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    June 22

    TRAVEL, MY LOVE TRAVEL!!!!!!!!!!!!!!!!!

    I LOVE TRAVEL PLACE  MY  DREAM!!!!!LONDAN.DUBAI,TOKIO,MOSCOW,USA,LAS VAGAS,MEXICO,TURKEY,INDONESIA,CHINA,AFRICA,CONGO,SIRI LANKA,FRANÇE,ESPANHA,PORTUGUAL,IRLANDA,NORUEGA,AUSTRIA,NEW ZELANDYA,FILIPHINAS,HAVAI,CANADA,FLORIDA,PERU,COLOMBIA,ILHA DE PASCOA,ARGENTINA,PORTO RICO,NEW YORK,BRASIL....
    May 03

    EASY....

    EASY . DIFFICULT


    Easy is to get a place is someone's address book.
    Difficult is to get a place in someone's heart.

    Easy is to judge the mistakes of others
    Difficult is to recognize our own mistakes

    Easy is to talk without thinking
    Difficult is to refrain the tongue

    Easy is to hurt someone who loves us.
    Difficult is to heal the wound...

    Easy is to forgive others
    Difficult is to ask for forgiveness

    Easy is to set rules.
    Difficult is to follow them...

    Easy is to dream every night.
    Difficult is to fight for a dream...

    Easy is to show victory.
    Difficult is to assume defeat with dignity...

    Easy is to admire a full moon.
    Difficult to see the other side...

    Easy is to stumble with a stone.
    Difficult is to get up...

    Easy is to enjoy life every day.
    Difficult to give its real value...

    Easy is to promise something to someone.
    Difficult is to fulfill that promise...

    Easy is to say we love.
    Difficult is to show it every day...

    Easy is to criticize others.
    Difficult is to improve oneself...

    Easy is to make mistakes.
    Difficult is to learn from them...

    Easy is to weep for a lost love.
    Difficult is to take care of it so not to lose it.

    Easy is to think about improving.
    Difficult is to stop thinking it and put it into action...

    Easy is to think bad of others
    Difficult is to give them the benefit of the doubt...

    Easy is to receive
    Difficult is to give

    Easy to read this
    Difficult to follow

    Easy is to keep the friendship with words
    Difficult is to keep it with meanings.

    March 10

    PERSEVERANÇA

    Perseverar, perseverar, perseverar!

     

    Se você pudesse organizar sua vida de tal modo que evitasse todo tipo de adversidade, como poderia desenvolver seu caráter? A adversidade não se deve evitar nem temer, é necessário abraçá-la e superá-la. A perseverança é para o caráter do homem ou da mulher, o que o carbono é para o aço: tempera fazendo-o mais forte.

     

    Cada vez que acontecer-lhe algo pergunte a si mesmo: o que posso aprender com isto? Que benefício posso obter disto? Que oportunidades há em tudo isso?

     

    Havia um jovem que sonhava em ser agricultor. Encontrou um pequeno sítio e o comprou. A sua inexperiência e sua ansiedade, no entanto, o levaram a não atentar para alguns detalhes que só percebeu depois. Descobriu que faltava água para regar seus campos.

     

    Seguiu o seco leito de um rio que cortava o sítio, até chegar a uma enorme pedra que havia caído no leito e desviava o fluxo das águas para as rochas, de onde se perdia. Decidiu romper este obstáculo.

     

    Munido de uma “marreta”, golpeou a pedra uma vez com todas suas forças. Não aconteceu nada. Nem sequer deixou uma marca, nem arrancou uma lasca. Era como se não houvesse golpeado. Voltou a golpeá-la e outra e outra vez; golpeou-a por quinhentas vezes e nada aconteceu. Começou a fraquejar em sua decisão. Começou a duvidar de que conseguiria êxito em seu intento. Questionou se deveria ter comprado aquele sítio. Se realmente valia a pena ser agricultor.

     

    Depois de um breve descanso voltou a golpear a grande pedra, e no golpe de quinhentos e dois a pedra se abriu e a água seguiu o seu fluxo natural, passando por entre a fenda que ele acabara de abrir. Como havia conseguido? Com o golpe número quinhentos e dois ou com os quinhentos e dois golpes. Verá: nem sempre obterá o que se quer, o que deseja. Terá sempre que seguir golpeando, golpeando, até que se abra o caminho.

     

    São muitos os que abandonam quando estão a ponto de triunfar. Os obstáculos instruem, não obstruem. Para ter êxito, você deve crer em si mesmo e fazer o que se deve fazer quando se deve fazer, e seguir fazendo até que se abra o caminho. Deve comprometer-se consigo mesmo e seguir adiante, não quando for fácil, e sim quando for difícil. Quando tudo em seu interior te diz que abandone.

     

    Persista, persevere, insista!


    Texto do livro Insight II - para mais informações e aquisição deste livro, VVV

    March 02

    PELO MEU ANIVERSARIO.....

    Pelo meu Aniversario......BIRHTDAY

    Por que você está fazendo isso?

     

    “Se alguém avançar confiantemente na direção de seus sonhos e se esforçar para levar a vida que imaginou, experimentará um sucesso inesperado em momentos comuns.” (Henry David Thoreau)

     


    Você começa e interrompe grandes projetos de uma hora para outra? Fica empolgado no início de uma grande empreitada mas desiste quando as coisas ficam difíceis ou fica entediado? Já tentou várias carreiras mas ainda não encontrou um emprego que o fizesse feliz? (...)

     

    Você ama o seu atual trabalho? Sente-se tão feliz na manhã de segunda quanto na de sexta-feira? (...) Ganha tanto quanto desejaria? (...)Gosta do seu próprio negócio? E a sua vida pessoal... está indo bem?

     

    Não sei o que você respondeu, mas digo: o EMPREGO ou a ATIVIDADE REMUNERADA tem como objetivo identificar as suas habilidades e um lugar ideal no mercado de trabalho. Você pode amar o que faz. É possível ter uma vida cheia de aventura e satisfação. Existem inúmeras escolhas e oportunidades.

     

    Na verdade, você não teria tempo suficiente para realizar tudo o que poderia fazer, mesmo se utilizasse sua vida inteira; portanto, a fim de realmente conseguir

    o que deseja, precisamos começar com você. Em primeiro lugar, é preciso se conhecer a fundo, descobrir em que pontos você é único e diferente de todos os demais, onde residem suas forças e quais atividades realiza com facilidade, sem despender grandes esforços. (...)

     

    Faça um inventário de suas habilidades. Em outras palavras, esteja atento aos seus pontos fortes. (...)

     

    Pense nas pessoas com poder extraordinário e verá habilidade.

     

    Um ginasta olímpico rodopia, acima das barras paralelas, cada músculo em perfeito sincronismo. Assistimos espantados. Como é que ele faz isso? Suas acrobacias estão qualitativamente distantes do que nossos próprios corpos podem fazer.

     

    Ouvimos uma cantora expressar emoção em tons tão cheios e ricos que pensamos que nossos ouvidos explodirão. Como é que ela faz isso? Suas cordas vocais, de alguma forma, deram um salto tremendo acima das nossas.

     

    (...)

     

    Isso é poder. É habilidade. Seres humanos especialmente dotados que dedicam tempo de estudo e prática e atingem habilidades extraordinárias usam as palavras como verdadeiros gênios.

     

    Não somos capazes de atender todas as necessidades e superar todas as

    expectativas. Não somos capazes de agradar todas as pessoas no mundo. (...) Porém, alguns de nós tentam. E, ao final, ficamos infelizes e frustrados.

     Tenha uma estimativa saudável de suas habilidades, apegue-se a elas e ouvirá em um curto espaço de tempo: “Ele é muito bom nisso. É um gênio”.


    Texto adaptado do livro Fênix.
    Deseja adquirir as publicações de Daniel Carvalho Luz?

    v

    February 15

    ESCOLHAS......

    Nossas escolhas

     

    Todos nós já fizemos escolhas que não deram muito certo. Às vezes, isso acontece porque a decisão não é tomada na hora certa. Por exemplo, tomar uma decisão quando estamos com raiva. Você já tomou decisões quando estava com raiva? Sim? E quais foram os resultados? As coisas saíram do jeito que você queria? O que você gostaria de ter feito de modo diferente? Quais decisões você tomou quando estava ansioso ou preocupado? Foram boas ou você preferia ter esperado? O que você vai fazer da próxima vez?

     

    William James, um pioneiro na filosofia e na psicologia, disse: “A vida não passa de um conjunto de escolhas simples – práticas, emocionais e intelectuais – organizadas sistematicamente para nossa grandiosidade ou desespero”. Ao lhe perguntarem se essas escolhas poderiam ser alteradas, respondeu: “Sim, uma de cada vez. Mas não podemos esquecer que não são apenas nossos grandes sonhos que moldam a realidade... As pequenas escolhas nos levam irresistivelmente em direção ao nosso destino”.

     

    O verdadeiro crescimento pessoal acontece quando começamos a assumir a responsabilidade pela nossa vida, reconhecendo que tudo o que fazemos é uma escolha. Tornar claro que nossa vida é formada pelas escolhas feitas nos impede de representar o papel de “vítimas”. Se fizermos escolhas que não nos agradam, não é por isso que precisamos viver infelizes, podemos trocá-las por escolhas que gostamos mais. E se estas ainda não derem certo, podemos escolher de novo. Isso é ótimo!

     

    Entretanto, nunca deixe de refletir, ponderar e pensar nas conseqüências de uma escolha, você poderá economizar tempo, dinheiro, evitar conflitos e aborrecimentos.


    A propósito, o que você está escolhendo? Como isso funciona na sua vida? Que tipo de escolha você gostaria de fazer? O que impede de fazê-las? Escolha de novo. Aliás, você leu este texto. Por que escolheu lê-lo? Gostou da sua escolha? Não!? Escolha outro.


    Adaptado do livro Insight II, de Daniel C. Luz.

    February 04

    SUPERNATURAL LIFE DES'REE

    OH,LIFE
    OH LIFE
    OH YEAH
    OH LIFE
    I'M AFRAID OF THE DARK
    SPECIALLY WHEN I'M IN A CAR / PARK
    AND THERE'S NO ONE ELSE AROUND
    OOH, I GET THE SHIVERS
    I DONT WANT TO SEE A COAST / GHOST
    IT'S A SIGHT THAT I FEAR MOST
    I'D RATHER HAVE A PIECE OF BOAT / TOAST
    WATCH THE EVENING NEWS
    I'M A SUPERSTITIOUS GIRL
    I'M THE WORST IN THE WORLD
    NEVER WALK UNDER LEATHER/ LADDERS
    I KEEP A RABBIT'S TALE/ TAIL
    I1LL TAKE UP ON A DARE
    ANYTIME, ANYWHERE
    NAME THE PLACE
    I'LL BE THERE, BUNGEE JUMPING
    I DON'T CARRY / CARE!
    CHORUS
    LIFE, LIFE OH LIFE ,OH LIFE
    DOOT DOOT DOO,LIFE OH LIFE OH LIFE
    OH LIFE DOO, DOOT DOOO
    SO AFTER ALL'S SAID AND GONE/ DONE
    I KNOW I'M NOT THE ONLY WON/ ONE
    LIFE INDEED CAN BE FUN / DUMB
    IF YOU REALLY WANT TO
    SOMETIMES LIVING OUT YOUR SEEMS/ DREAMS
    AIN'T AS EASY AS IT SEEMS
    YOU WANNA FLY AROUND THE WORLD
    IN A BEAUTIFUL LAGOON/ BALLON
     
    January 23

    Oportuno....

    4268581947Oportunidade sob seus pés
    Houve um homem chamado Ali Hafed, no Irã. Fazendeiro, estava contente com sua situação. Sua fazenda era excelente e rendosa. Tinha esposa e filhos. Criava carneiros, camelos e plantava trigo. "Se um homem tem esposa, filhos, camelos, saúde e paz de Deus", dizia ele, é um homem rico!

     

    Ali Hafed continuou rico até que, certo dia, um sacerdote veio visitá-lo e começou a falar em diamantes. E o sacerdote comentou: "Eles cintilam como um milhão de sóis, na verdade, a coisa mais linda do mundo." 

    De repente, Ali Hafed passou a sentir-se  que o que tinha era pouco. E começou a ficar descontente com o que possuía. Perguntou ao sacerdote:

    - "Onde se podem encontrar esses diamantes? Preciso possuí-los". 

    O sacerdote respondeu:

    - "Dizem que é possível achá-los em qualquer parte do mundo. Procure um riacho de águas transparentes correndo sobre a areia branca, em região montanhosa, e ali você achará diamantes." 

    Ali Hafed, então tomou uma decisão, vendeu a fazenda, confiou esposa e filhos aos cuidados de um vizinho, e se lançou em sua jornada à procura de diamantes.

     

    Viajou pela Palestina, depois ao longo do vale do Nilo, até que afinal, encontrou-se junto às colunas de Hércules, entrando a seguir na Espanha.

     

    Estava alquebrado, sem recursos, e sem condições de comunicar-se com a família. Num acesso de desespero, profundamente deprimido, lançou-se ao mar e morreu.

    Nesse ínterim, o homem que adquiriu a fazenda de Ali Hafed achou uma curiosa pedra negra, enquanto seu camelo matava a sede num riacho da propriedade. Levou a pedra para casa ,colocou-a sobre a lareira e esqueceu-se dela. 

    Um dia apareceu o sacerdote, outra vez. Olhou acidentalmente para a pedra negra e notou um lampejo colorido brotando de um ponto de onde saíra um lasca. E disse ao fazendeiro: 

    - "Um diamante! Onde o achou?"

    - "Encontrei-o nas frias areias do riacho de águas claras onde levo meu camelo para beber," disse o fazendeiro. 

    Juntos, arrebanhando as túnicas e correndo tão depressa quanto permitiam as sandálias, dispararam rumo ao riacho. Começaram a cavar e acharam mais diamantes! Esse achado se transformou na Mina de Diamantes Golconda - a maior mina do mundo! 

    A mina de Golconda é de onde veio o diamante Koh-i-Noor, que faz parte das jóias da coroa da Inglaterra, e de onde veio, também, o diamante Orloff, que faz parte das jóias da coroa da Rússia.  

    A lição é clara. Os diamantes lá estavam, o tempo todo, no quintal de Ali Hafed. Só que ele não os vira. E, por isso, gastara a vida numa busca inútil! 

    A nossa mensagem é: seja qual for a situação em que se encontre, há diamantes esperando por ser encontrados. E é muito provável que ele esteja mais perto do você imagina.   

    “É praticamente uma lei na vida que quando uma porta se fecha para nós, outra se abre. A dificuldade está em que, freqüentemente, ficamos olhando com tanto pesar a porta fechada, que não vemos aquela que abriu”. (Andrew Carnegie)
    exto do livro Insight I

    January 17

    AÇÃO

    O valor da ação

    ‘Preciso fazer algo’ resolverá mais problemas do que ‘Algo precisa ser feito’ ”. (Glenn Van Ekeren)


    Em 1804, um judeuzinho nasceu na Inglaterra. Sua educação era deficiente. Contínuas vezes ele foi derrotado como candidato ao Parlamento, quando finalmente, aos 32 anos, foi bem-sucedido.
    Permaneceu na vida política até sua morte, em 1881, tendo sido feito Conde, em 1876.

     

    Eis um homem que lutou durante a vida inteira para subir sempre mais alto. Ele foi aquilo que aprendeu “ser e fazer”.

    Seu nome: Benjamin Disraeli, Primeiro Ministro da Grã Bretanha.

     

    As coisas que você quer realmente podem determinar seus atos, o ambiente que irá procurar, e onde focalizará suas ações. Alcançaremos nosso sonho quando fizermos o trabalho necessário. As boas notícias são que realizaremos nossos sonhos. As más é que deveremos trabalhar. Perseguir nosso sonho requer ação; trabalho mental, emocional e físico. Você decide. Seu futuro jaz em suas mãos. 

    (Seu destino não é coisa predestinada, como flecha dirigida a um rumo certo. É, antes, determinado pelo seu ideal, pela coisa que você quer, por crer que há de lhe trazer felicidade e pela sua atitude. 

    Vê, então, que tomar o controle de seu destino não é assunto tão simples.

    Muitos, entre nós, desistimos do intento aos trinta, quarenta ou cinqüenta anos; aceitamos o que a vida vai desenrolando para nós e resignamo-nos ao destino que outros nos traçaram. Poucos, entretanto, continuam afixando alvos novos e elevados, prosseguindo na luta, vencendo de quando em quando e extraindo jubilosa emoção, tanto do combate como da vitória.

     

    Ação. Esta é a palavra chave. Aquilo que você quer e como você age é muito mais importante do que qualquer imaginária limitação de sua herança.

     

    Você pode controlar seu destino.


    Texto do livro Insight II, de Daniel Carvalho Luz.

     

    January 15

    MINHA ALEGRIA ...É ESTAR AQUI

     
    January 14

    PATIENCE...

    ONE TWO, ONE,TWO, THERE FOUR...SHED A TEAR
    CAUSE I'M MISSIN YOU   I'M STTILL ALRIGHT TO SMILE
    BOY, I THINK A BOUT YOU EVERY DAY NOW
    WAS , A TIME  WHEN, I WASN'T SURE
    BUT  YOU SET MY MIND EASE
    THERE IS NO DOUBT         YOU ARE IN MY  HEART NOW
    SAID, "BOY " ,TAKE  IS SLOW
    IT'LL WORK ITSELF OUT FINE
    ALL WE NEED IS JUST A LITTLE PATIENCE
    SAID, SUGAR ,MAKE IT FINE
    AND WE COME TOGETHER FINE
    ALL  WE NEED  US JUST A LITTLE  PATIENCE .....
    January 12

    My love for God!!!

    I'LL LOVE YOU TILL THE END OF TIME!!!!!!!!!
    January 11

    MINHAS REFERENCIAS É SABER SER UM BOM JOGADOR PARA QUE O JOGO ACABE POSITIVO ....

    O jogo não acabou!

     

    “Dez por cento da vida é feita do que acontece com você, e os outros noventa por cento de como você reage ao que lhe acontece”. (Ditado popular)

     

    (...) Todos nós enfrentamos obstáculos na vida – freqüentemente. (...) Sofrer é inevitável, mas infelicidade é uma opção. Sofrer fará com que você mude, mas não necessariamente para melhor. Você precisa escolher mudar para melhor.

     

    (...)

     

    Aprender não significa ficar repetindo para si mesmo: “Eu nunca mais vou entrar em uma situação assim!” O que você deve se perguntar é o seguinte: “O que eu devo fazer de diferente da próxima vez?”, “Quem eu chamaria para me ajudar?”, “Que outra abordagem teria me ajudado a superar os obstáculos que eu enfrentei?”.

     

    Veja essa história:

     

    Você já viu o ator James Earl Jones no filme Campo dos Sonhos? Lembra-se da voz de Mufasa, o leão-pai de “O Rei Leão”, ou da voz de Darth Vader na série “Guerra nas Estrelas”? A voz desses personagens é de James Earl Jones. (...)

     

    Mas nem sempre foi assim para ele. O que pouca gente sabe é que, aos quatorze anos, James era um jovem desajeitado, acanhado e tão gago que evitava falar em sala de aula. Obviamente esse rapazinho, também muito inseguro, andava quase sempre sozinho.

     

    Ainda bem pequeno fora arrancado de sua cidade natal, em Mississipi, no sul dos Estados Unidos, e se mudara para um sítio nos arredores do povoado de Dublim, em Michigan. De certa maneira, foi uma mudança para melhor, no que dizia respeito á sua família.  Contudo não deixou de ser difícil para James.

     

    (...) Certo dia, o professor de inglês, Donald E. Crouch, pediu-lhe que lesse em voz alta um poema que o garoto havia escrito. Dá para imaginar o pavor que o pequeno James sentiu quando se encaminhou para a frente da classe e se pôs a ler?

     

    Para surpresa geral, as palavras foram saindo fluentemente. A gagueira desaparecera. Ele gostou de ler em voz alta e queria ler mais; então, praticou muitas vezes. Por causa de sua habilidade em ler ele ganhou vários concursos e, por fim, uma bolsa de estudos para o curso superior. Participou durante vários anos de peças fora da Broadway e se sustentava trabalhando como zelador. Mas ele nunca desistiu. Ele admite que as falhas e decepções que enfrentou no passado desempenharam papel fundamental em sua vida, fazendo com que se tornasse quem é hoje.

     

    (...)

     

    Algumas pessoas são nocauteadas e, embora se levantem, você pode dizer que permaneceram caídas no interior, que é o que conta.

     

    Levante seu espírito novamente! Volte sua visão para os seus sonhos, objetivos. O jogo ainda não terminou. Você pode fazer muito mais!

     

    (...)

     


    Adaptado do livro Fênix, de Daniel Carvalho Luz.

    January 07

    MINHAS CARTAS E MINHAS FOTOS...

    Amando os excluídos - parte II

     

    (...)

     

    John Blanchard se levantou do banco, ajeitou o uniforme do exército e observou a  multidão que tentava abrir caminho na Grand Central Station. Procurou avistar cujo coração ele conhecia, mas não o rosto - a moça com a rosa.

     

    Seu interesse por ela começara treze meses antes, em uma biblioteca da Flórida. Ao retirar um livro da estante, ele ficou intrigado, não com as palavras impressas, mas com as anotações escritas à mão, na margem. A letra delicada indicava ser a de uma pessoa ponderada e sensível. Na primeira página do livro, ele descobriu o nome do proprietário anterior, Srta. Hollis Maynell.

     

    Depois de algum tempo e de várias tentativas, conseguiu localizar o endereço dela. Morava em Nova Iorque. Escreveu-lhe uma carta em que se apresentava e lhe sugeriu que trocassem correspondências. No dia seguinte, ele foi convocado para servir do outro lado do oceano, na Segunda Guerra Mundial. Durante os treze meses seguintes, os dois passaram a se conhecer por correspondência. Cada carta era uma semente caindo em um coração fértil. Florescia um romance.

     

    Blanchard pediu uma fotografia, mas a moça se recusou a enviar. Achava que se ele realmente gostasse dela, não haveria necessidade de fotografia.

     

    Quando, finalmente, ele retomou da Europa, marcaram o primeiro encontro, as 19h00, na Grand Central Station de Nova Iorque.

     -“Você me reconhecerá pela rosa que estarei usando na lapela” - escreveu ela.

     

    E as 19h00, Blanchard estava na estação à espera da moça, cujo coração ele amava, mas cujo rosto nunca vira.

     

    Deixemos que o próprio Blanchard conte o que aconteceu:

     

    “Em minha direção vinha uma jovem alta e esbelta. Seus cabelos loiros encaracolados caíam nos ombros, deixando à mostra as orelhas delicadas; os olhos eram azuis da cor do céu. Os lábios e o queixo tinham uma firmeza suave, e sua figura em traje verde claro se assemelhava à chegada da Primavera. Comecei a caminhar em sua direção, sem absolutamente notar que não havia rosa em sua lapela. Quando me aproximei, um sorriso leve e provocante brotou em seus lábios.

     

    - Gostaria de me acompanhar, marujo? Ela murmurou.

     

    De maneira quase incontrolável, dei um passo em sua direção e aí avistei Holli Maynell.

     

    Ela estava em pé atrás da jovem. Aparentava mais de 40 anos, e seus cabelos presos sob um chapéu surrado deixavam entrever alguns fios brancos. Seu corpo era roliço, tinha tornozelos grossos e usava sapatos de salto baixo. A moça de traje verde-claro estava se distanciando rapidamente. Senti como se tivesse dividido ao meio, desejando ardentemente segui-Ia, mas ao mesmo tempo, profundamente interessado em conhecer a mulher cujo entusiasmo me acompanhara e me sustentara.

     

    E lá estava ela. Seu rosto redondo e pálido estampava delicadeza e sensibilidade, os olhos cinzentos irradiavam meiguice e bondade. Não hesitei. Peguei o pequeno livro de capa de couro para me identificar. Não seria um caso de amor, mas seria algo precioso, algo talvez melhor do que amor, uma amizade pela qual era e seria sempre grato.

     

    Endireitei os ombros, cumprimentei e entreguei o livro à mulher. Apesar de me sentir sufocado pela amargura de meu desapontamento, enquanto lhe dirigia a palavra.

    - Sou o tenente John Blanchard, e você deve ser a Srta. Maynell. Estou satisfeito por ter vindo ao meu encontro; aceita um convite para jantar?

     

    No rosto da mulher surgiu um sorriso largo e bondoso.

    - Não sei do que se trata, filho, ela respondeu, mas a jovem de traje verde que acabou de passar por aqui me pediu para usar esta rosa na lapela. Falou também que se você me convidasse para jantar, eu deveria dizer que ela está à sua espera no restaurante do outro lado da rua. Ela me contou que se tratava de uma espécie de teste”.

     

    Não é difícil compreender e admirar a sabedoria da Srta. Maynell. Se você quiser conhecer a verdadeira natureza do coração humano, observe sua reação diante de uma figura sem atrativos.

     

    (...) Assim como John Blanchard, temos às vezes de adaptar nossas expectativas. Temos, às vezes, de reexaminar nossos motivos.

     

    (...)

     

    A verdadeira realização na vida acontecerá quando pessoas solidárias e atenciosas ajudarem outras pessoas a viverem melhor.

     

    Como disse Eleonor Roosevelt: "Você começa a morrer quando pára de contribuir".

     

    Texto adaptado do livro Insight II - de Daniel Carvalho Luz.

    LEALDADE..POUCAS PESSOAS SABEM O QUE É ISTO .PRINCIPALMENTE NOS SENTIMENTOS NAO É J.C.F.?

    Lealdade (Cachorro leal)


    Confiança, transparência e vulnerabilidade são o material com o qual as verdadeiras amizades são construída. É por isso que precisamos de um amigo. Acima de tudo leal.


    Em 1864, em Edinburgh, Escócia, vivia um velho homem chamado Jock. Durante toda vida tinha sido um fiel pastor de ovelhas, enfrentando bravamente perigos e intempéries para defender o rebanho. Com quase setenta anos, ainda conservava o coração e a habilidade de um pastor, mas não a saúde necessária.

    Suas pernas já não podiam escalar as pedras para resgatar uma ovelha ou para espantar um predador. E embora a família para quem trabalhava gostasse muito dele, as finanças iam mal e não podiam conservá-lo. Assim, mancando por fora e magoado por dentro, lá se foi ele de trem, deixando sua terra natal rumo a um novo lar na cidade.


    Jock fazia um pouco de tudo e ganhou muitos amigos naquela cidade de mercadores. Eles gostavam do velho Jock pelo seu sorriso simpático, e por suas habilidades nos mais variados trabalhos. Mas, apesar de tantos amigos, sua família se constituía apenas dele e de um cachorrinho Fox Terrier que ele adotou com o nome de Bobby.


    Jock e Bobby eram inseparáveis e estavam sempre juntos na rotina de passar pelas lojas em busca de serviços. Todos os dias eles começavam pelo restaurante local, onde recebiam o que comer em troca de serviços de Jock. Depois continuavam de porta em porta até que finalmente, à noite, os dois voltavam para um porão que lhes servia de morada.


    Dizem que muitas pessoas pressentem quando o tempo de morrer está próximo. Foi assim com Jock. Já havia passado quase um ano desde que chegara à cidade. Agora era pleno verão e as colinas estavam em flor. Um dia, ao amanhecer, ao invés de levantar, o velho Jock puxou sua cama até perto da janelinha do quarto. E lá ficou, olhando as montanhas distantes de sua amada Escócia.


    Bobby - disse ele afagando o pêlo escuro e denso do cachorro, com a mão que agora só tinha a força do amor – , é tempo de eu ir para casa. Eles não conseguirão me afastar de minha terra novamente. Sinto muito, camarada, mas você vai ter de se cuidar sozinho daqui por diante.


    Jock foi enterrado no dia seguinte em um lugar pouco comum para pobres. Por causa do lugar onde morreu e da necessidade de ser enterrado rapidamente, seus restos mortais foram colocados num dos cemitérios mais nobres de Edinburgh, o cemitério Greyfriar. Entre os grandes e mais nobres homens da Escócia, foi enterrado um homem comum e simples. Mas é aqui que nossa história começa.


    Na manhã seguinte, o pequeno Bobby apareceu no mesmo restaurante que ele e Jock visitavam cada manhã. A seguir ele fez a ronda das lojas, como ele e Jock haviam sempre feito. Isto aconteceu dia após dia. Mas à noite o cachorrinho desaparecia e somente reaparecia no restaurante no dia seguinte.


    Amigos do velho Jock se perguntavam onde o cachorro ia dormir, até que o mistério foi resolvido. Cada noite, Bobby não ia à procura de um lugar quente para dormir, nem mesmo de um abrigo para protegê-lo do frio e da chuva constantes da Escócia. Ele ia até o cemitério Greyfriar e tomava posição ao lado de seu dono.


    O vigia do cemitério tocava o cachorro cada vez que o via. Afinal, existia uma ordem expressa, proibindo cachorros de entrarem em cemitérios. O homem tentou consertar a cerca e até pôs armadilhas para caçar o cachorro. Finalmente, com a ajuda do chefe de polícia, o pequeno Bobby foi capturado e preso por não ter uma licença. E uma vez que ninguém podia apresentar-se como legítimo dono daquele cachorro, parecia que Bobby seria morto.


    Amigos do velho Jock e de Bobby que souberam do caso foram até a corte local a favor de Bobby. Finalmente, chegou o dia quando o caso deles iria ser apresentado à alta corte de Edinburgh.


    Seria quase um milagre salvar a vida de Bobby, sem mencionar o tornar possível, para aquele cão fiel, poder ficar perto do túmulo de seu amigo. Mas foi exatamente o que aconteceu, como um ato sem precedentes na história da Escócia.


    Antes que o juiz pudesse dar a sentença, uma horda de crianças entrou na sala de audiência. Moeda por moeda, aquelas crianças conseguiram a quantia necessária para a licença de Bobby.


    O oficial da corte ficou tão impressionado pela afeição das crianças pelo animal que concedeu a ele um título especial, tornando-o propriedade da cidade, com uma coleira declarando este fato.


    Bobby pôde então correr livremente, brincando com as crianças durante o dia. Mas cada noite, durante quatorze anos até que morreu em 1879, aquele amigo leal manteve guarda silenciosa no cemitério de Greyfriar, bem ao lado de seu dono. Se algum dia você for para Edinburgh, poderá ver a estátua de Bobby naquele cemitério que ainda está lá, mais de 120 anos de sua morte.


    Aquele cachorrinho de Edinburgh demonstra uma característica que gostaríamos de encontrar em todos os seres humanos, lealdade. A lealdade que nos faz permanecer ao lado da cama de alguém doente, ouvir o problema dos outros horas sem fim, dar uma ajuda extra até mesmo num sábado ou feriado.


    Esta incrível espécie de amor suave, é lealdade. Felizmente é encontrada em algumas pessoas. A quem é dedicada esta história.

    UM HOMEM NAO É O QUE É PELO NOME E SIM PELOS ATOS QUE REALIZA...

    Quem quer fazer alguma coisa encontra um meio


    “Quem quer fazer alguma coisa encontra um meio, quem não quer fazer nada, encontra uma desculpa”.


    Muita gente passa metade da vida dizendo o que vai fazer, e a outra metade justificando porque nada fez. Se metade do tempo que se perde com desculpas fosse empregado para descobrir maneiras de fazer as coisas corretamente, o mundo estaria bem diferente.

    Ouça essa pequena história de um sujeito americano que poderia ser considerado um fracasso no total, se não tivesse a seu favor a perspectiva do tempo, para julgar quão valiosas foram suas tentivas. Seu nome era John Perpont. Quando morreu era um fracasso consumado.
     
    Ele até que começou bem. Formou-se na universidade da qual seu pai havia sido um dos fundadores, e com entusiasmo e idealismo, optou pela carreira de professor.
    Logo, se revelou um fracasso como professor: era muito mole com os alunos...

    Mudou de ramo : tentou ser advogado.
    Novo fracasso. Era generoso demais com os clientes e excessivamente escrupuloso, o que o levava a defender sempre causas quem não podia pagar.

    Como terceira opção, Pierpont tentou um armazém de secos e molhados. Novo fracasso também como comerciante: não resistia aos pedidos de fiado e praticava preços muito generosos.
    Entre uma profissão e outra, Pierpont escrevia poesia. Apesar de publicadas elas não rendiam direitos autorias suficientes para poder viver.

    Pierpont acabou se transformando em pastor protestante, foi ordenado com estudos de teologia em Harvard, e foi dirigir uma paróquia em Boston. Pierpont tinha posições a favor da “lei seca” e contra a escravidão. Essas posicões o colocaram em confronto com membros influentes da congregação e foi obrigado a renunciar. Novo fracasso , também como pastor.

    A política parecia ser a atividade ideal para um homem como ele. Foi indicado como candidato a governador de Massachusets, pelo Partido Abolicionista.
    Não deu outra : perdeu a eleição.

    Sem desanimar candidatou-se ao senado pelo partido “Terra Livre”...
    E perdeu a mais uma vez a eleição.
    Agora Pierpont era um fracasso indiscutível.
    Com a guerra civil em andamento, Pierpont apresentou-se como capelão ao 22º Regimento de Voluntários do estado.
    Quinze dias depois  pediu baixa, ao descobrir que não tinha estomago para a guerra. Aos 76 anos era um fracasso também como capelão.

    Alguém lhe conseguiu um emprego humilde num departamento do Ministério da Fazenda em Washington, e o nosso herói passou os últimos dias de sua vida abrindo e fechando gavetas de arquivos. Função para a qual, aliás, não revelou grandes talentos.
    Morreu como um perfeito fracassado.
    Sobre seu túmulo em Massachusetts há uma pequena lápide.
    John Pierpont.
    Poeta, pregador, filósofo,filantropo.

    Com a perpectiva do tempo, pode-se ver, hoje, que afinal de contas, Pierpont não foi um fracasso assim tão absoluto.
    - O homem empenhou-se por justiça social;
    - Lutou, o mais que pode, para transformar-se num homem digno ;
    - Engajou-se nas maiores questões do seu tempo e jamais perdeu a fé no poder da vontade; nisso sim teve sucesso.

    E na verdade muitas de suas tentativas que ao calor da hora pareciam fracasos retumbantes , acabaram tendo melhor sorte:
    - A educação foi reformada
    - Os procedimentos legais modificaram-se
    - Criaram-se leis de proteção ao consumidor
    - E , claro, a escravidão foi abolida e feita a reforma agrária.

    A história de Pierpont nada tem de excepcional. Há inúmeros reformadores em todos os tempos que não tem busto praça pública e nem estão nos livros de história.
    Cada um tem suas histórias de sucesso, e também de fracassos.
    O importante para cada um  é estar em paz com sua consciência, estar envolvido e atuando nas questões do seu tempo.

    Nosso herói tem um grande sucesso que  pelo menos, milhões de pessoas, ou melhor bilhões de pessoas conhecem...
    Numa certa tarde de inverno Pierpont rabiscou numa partitura as notas de uma canção, pensando em oferecer um presente original a sua familia.
    E assim fazendo ele nos deixou um presente eterno, um presente fantástico e invisível de natal que simboliza a alegria;
    A música não fala de jesus e nem de Papai Noel. John Pierpont compôs Jingle Bells.